
Hoje, acordei meio poética e, por que não dizer?, meio sentimental.
Não no sentido melancólico da coisa.
Não que haja outro sentido.
Não que importe.
Escrevi para você. Contei tudo o que tinha vontade de contar. Até o que eu não sabia que tinha vontade de contar. Pensei em não reler antes de te entregar. Continuei a escrever. Até a minha letra estava devidamente no lugar. Então, reli. E gostei muito do que li. Pareceu sincero, simples e bonito. Talvez seja porque eu escrevi com sinceridade, simplicidade e com toda a beleza que encontrei no meu coração.
Antes de terminar, fui beber um copo d'água. Não que eu precisasse beber um copo d'água para escrever para você, mas fui interrompida durante a escrita, então para colocar de volta à mente todas as palavras sinceras, simples e bonitas que existem em mim, fui tomar novos ares. Aproveitei e bebi um copo de água.
Pensei em como te entregaria e o que te diria. Se te diria. Poderia apenas te abraçar, sorrir e pedir para você ler somente quando achasse que era o momento. Se achasse. E eu saberia que você leria mais cedo ou mais tarde; mais cedo do que tarde, para ser sincera.
Coisas óbvias. Tão óbvias quanto as coisas sinceras, simples e bonitas que eu escrevi para você.
Então, retornei à carta. E, enquanto retornava, os novos ares e o copo de água que eu tomei, me fizeram decidir de forma clara e poética o que eu iria fazer.
E eu fiz.
Cheguei até a carta. Rasguei-a. Joguei-a no lixo.
Foi uma medida sentimental. Não no sentido melancólico da coisa. Não que exista um outro sentido.
Não que importe.
Acontece que, se eu tenho palavras sinceras, simples e bonitas a oferecer, oferecei olhando para você.
Parece justo e reconfortante pensar assim.
[Eu sei, eu sei. Eu não vou te dizer tão cedo o que tinha escrito ali.]
Não no sentido melancólico da coisa.
Não que haja outro sentido.
Não que importe.
Escrevi para você. Contei tudo o que tinha vontade de contar. Até o que eu não sabia que tinha vontade de contar. Pensei em não reler antes de te entregar. Continuei a escrever. Até a minha letra estava devidamente no lugar. Então, reli. E gostei muito do que li. Pareceu sincero, simples e bonito. Talvez seja porque eu escrevi com sinceridade, simplicidade e com toda a beleza que encontrei no meu coração.
Antes de terminar, fui beber um copo d'água. Não que eu precisasse beber um copo d'água para escrever para você, mas fui interrompida durante a escrita, então para colocar de volta à mente todas as palavras sinceras, simples e bonitas que existem em mim, fui tomar novos ares. Aproveitei e bebi um copo de água.
Pensei em como te entregaria e o que te diria. Se te diria. Poderia apenas te abraçar, sorrir e pedir para você ler somente quando achasse que era o momento. Se achasse. E eu saberia que você leria mais cedo ou mais tarde; mais cedo do que tarde, para ser sincera.
Coisas óbvias. Tão óbvias quanto as coisas sinceras, simples e bonitas que eu escrevi para você.
Então, retornei à carta. E, enquanto retornava, os novos ares e o copo de água que eu tomei, me fizeram decidir de forma clara e poética o que eu iria fazer.
E eu fiz.
Cheguei até a carta. Rasguei-a. Joguei-a no lixo.
Foi uma medida sentimental. Não no sentido melancólico da coisa. Não que exista um outro sentido.
Não que importe.
Acontece que, se eu tenho palavras sinceras, simples e bonitas a oferecer, oferecei olhando para você.
Parece justo e reconfortante pensar assim.
[Eu sei, eu sei. Eu não vou te dizer tão cedo o que tinha escrito ali.]
Um comentário:
Pq não? u.u'
Gostei do texto =D
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