Depois de uns anos, ela (finalmente) descobriu que o mundo independe de sua existência. Estando viva ou morta, a vida continuaria, as pessoas continuariam a nascer, crescer, amar, se decepcionar, amar de novo, chorar, sorrir e morrer. Era como um grande formigueiro, onde cada formiga tem a sua importância, mas nenhuma é FUNDAMENTAL.
Talvez seja um modo triste de encarar a vida, mas é a pura verdade. E ela tomou consciência disso.
Ela estava mais ponderada. Sorria apenas nos momentos certos. Aprendeu a ficar em silêncio e observar, simplesmente. (E descobriu que, na maioria das vezes, é a coisa certa a se fazer).
Tirou um tempo particular, para tentar recuperar antigos hábitos, e descobriu que seria mais fácil do que imaginara.
Além de tudo, ela descobriu que todas as vidas são interligadas. E que um simples aparecimento na vida de alguém poderia mudar tudo.
Enquanto uma nova paixão não chega em seu coração, ela se diverte fazendo pessoas se apaixonarem. E descobriu que isso não é questão de maldade. Só quer dar aos outros o que ela mesma não tem mais: a sensação do coração batendo forte, os arrepios e sonhos. E, além do mais, uma coisa que ela sempre soube fazer foi transformar as paixões em amizades. Ela se orgulhava disso.
Antigas paixões? Sim, ela tinha. Mas descobriu uma coisa um tanto assustadora: não se lembrava mais dos rostos. Isso a deixou bem perplexa. Tentava recuperar as cenas de tirar o fôlego vividas, mas era como tentar segurar água com as mãos: escorria por entre os dedos.
No começo, isso a deixou triste. Mas agora não mais.
As antigas paixões estavam finalmente virando o que, de fato, são: antigas.
Havia chegado a hora de coisas novas. E ela estava animada.
Talvez seja um modo triste de encarar a vida, mas é a pura verdade. E ela tomou consciência disso.
Ela estava mais ponderada. Sorria apenas nos momentos certos. Aprendeu a ficar em silêncio e observar, simplesmente. (E descobriu que, na maioria das vezes, é a coisa certa a se fazer).
Tirou um tempo particular, para tentar recuperar antigos hábitos, e descobriu que seria mais fácil do que imaginara.
Além de tudo, ela descobriu que todas as vidas são interligadas. E que um simples aparecimento na vida de alguém poderia mudar tudo.
Enquanto uma nova paixão não chega em seu coração, ela se diverte fazendo pessoas se apaixonarem. E descobriu que isso não é questão de maldade. Só quer dar aos outros o que ela mesma não tem mais: a sensação do coração batendo forte, os arrepios e sonhos. E, além do mais, uma coisa que ela sempre soube fazer foi transformar as paixões em amizades. Ela se orgulhava disso.
Antigas paixões? Sim, ela tinha. Mas descobriu uma coisa um tanto assustadora: não se lembrava mais dos rostos. Isso a deixou bem perplexa. Tentava recuperar as cenas de tirar o fôlego vividas, mas era como tentar segurar água com as mãos: escorria por entre os dedos.
No começo, isso a deixou triste. Mas agora não mais.
As antigas paixões estavam finalmente virando o que, de fato, são: antigas.
Havia chegado a hora de coisas novas. E ela estava animada.
3 comentários:
Enquanto uma nova paixão não chega em seu coração, ela se diverte fazendo pessoas se apaixonarem.
juro que me lembrou Amelie Poulain
XD
;)
te amo
*-*
ta é podendo fazer os outros se apaixonarem
huhuhuh
so sucesso
ksoapkspoaksopaksopakpokpos --'
se maaata, amliz
kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Tudo faz parte da vida, tudo faz parte da felicidade.
So sabemos o que é felicidade qnd sabemos o que é sofrer (;
Te amo♥
Concoooooordo com Ruuh, me lembrou Amelie Polan *_______*
Eu to com TANTAS saudades de você :/
Eu te amo muuuito, AMIIIIGA.
(acho legal dizer isso a vocês por que aqui eu não tenho uma pessoa pra chamar de amiga, assim como aí :T)
=*
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