Não sei se por estar meio bêbada, ou meio lúcida; não sei se por estar cansada e um pouco frustrada; não sei se por o riso ter estado frouxo o dia inteiro, e agora tão sumido, tão sumido; não sei se pelo seu descaso, ou por não fazer caso, ou se por ter me feito tão bem, e agora mal... Talvez pela inconstância, talvez pela falta de papo, talvez pelos beijos bons e os arrepios tirados... Mas, agora, ao menos agora, eu não quero mais saber. Passe bem. Suma de vez. Vá viver sua boemia. Que minha vida, por mais que eu queira, não é essa. Não quero prazos de validade, além do da própria vida. Amém, meu bem.
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