E eu, como boa desafiante e má perdedora que sou, continuo a vagar por entre os corredores que se perpetuam entre nós dois.
Mas é certo que até Deus me quer assim, visto que cada atalho encontrado, sempre vejo, é, na verdade, armadilha.
Se, ao menos, o tesouro valesse a pena, valeria o risco. Expressei-me mal. O tesouro vale, sim, e muito, e sempre. No entanto, nem no labirinto ele se encontra. Já fora roubado.
E eu continuo, vagando, à procura, seguindo o seu rastro. À espera de ganhar por insistência, por milagre ou por condolência - como se estes fossem critérios válidos e suficientes para se ganhar alguma coisa.
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